Resenha - Prodigy por Marie Lu

By | sexta-feira, novembro 21, 2014 Deixe o seu comentário



     “Os fatos que acontecem durante essa parte, são os de suma importância para o enredo principal.”
 


Título original: Prodigy
Editora: Rocco Jovens Leitores
Número de Páginas: 304
Ano de Lançamento: 2014



    



     Prodigy é o segundo volume da trilogia Legend, escrita por Marie Lu.

     Um dia, Day e June estiveram em lados opostos, mas agora lutam juntos contra a tirania da República. Depois que o ladrão mais procurado fugiu das garras do governo, a revolta da população começa a crescer e o garoto órfão é o principal símbolo da luta contra a opressão imposta pelo Eleitor.


     É complicado falar sobre um livro que te agradou e desagradou. Depois do empolgante Legend, eu esperava que este volume fosse superior ao primeiro, mas houve uma queda na história. O tomo têm diversos momentos de ação, porém, falhou seriamente no quesito de tirar o fôlego e deixar a leitura ágil.

     Enquanto na primeira parte da jornada de Day e June fomos presenteados com uma leitura fluída e romance na medida certa. Já neste, tivemos paixão adolescente de mais e prioridades políticas de menos. O que me irritou bastante, pois isso me fez largar o livro por um bom tempo.

     Apesar de tudo isso, Marie Lu soube contornar a situação e deixar a narrativa bem mais interessante do meio para o final. Os fatos que acontecem durante essa parte, são os de suma importância para o enredo principal. A forma como ela deixou a imagem do protagonista foi algo surpreendente. Eu não esperava que ele fosse se transformar tanto!

     O livro tem pontos negativos, mas também têm muitos pontos positivos. As reviravoltas durante o decorrer do volume foram até um pouco mais impactantes do que as do primeiro tomo. Porém, tais fatos eram bem previsíveis e isso me desanimou, porque eu estava esperando ser surpreendido e não foi o caso. E outra coisa que me entristeceu foi o final. Eu não esperaria que fosse tão forçado do jeito que foi. Acho que a palavra que se encaixaria melhor era: apelativo.


     Mesmo tendo diversos problemas, Prodigy não é ruim, mas também fica longe de ser excelente, ele é um mediano/bom. Eu esperava bem mais dele, porém acho que me agradou na medida do possível. Apesar de ter tido um final fraco, tenho fé de que Champion recupere o tempo perdido. Não se desanime. Se você gostou de Legend, irá consequentemente gostar da continuação. Mas não prometo que você apreciará esse como apreciou o primeiro volume.
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